Histórico


CRONOLOGIA:

12/10/1982 – Envio, por Dom Roberto Pinarello de Almeida, Bispo Diocesano de Jundiaí para implantação da Pastoral da Mulher na Diocese.

1982 a 1987 – Contato com adolescentes e mulheres prostituídas e ex-prostituídas na Diocese e conhecimento do trabalho em outras Dioceses, sob orientação do Frei Jean Pierre Barruel.

1988 – Início das reuniões na sala azul da Catedral Nossa Senhora do Desterro.

1995 – Fundação da Associação “Maria de Magdala”, pela Pastoral da Mulher, para o trabalho de promoção social.

De 1995 a 2011 – O trabalho prossegue com apoio dos Bispos Diocesanos: Dom Roberto Pinarello de Almeida ( in memorian), Dom Amaury Castanho (in memorian), Dom Gil Antônio Moreira (Arcebispo de Juiz de Fora) e Dom Vicente Costa (Bispo Diocesano de Jundiaí)

De onde vieram essas mulheres:

 Na década de setenta, do século passado, iniciou-se, no Brasil, a migração do homem do campo para os grandes centros urbanos. Essa migração teve, como grande causa, a falta de uma política agrária eficiente, que mantivesse o homem em seu local de origem, vivendo com dignidade.

Jundiaí, que se localiza a 60 km da cidade de São Paulo, capital do Estado, não só pela proximidade com a capital, mas também por seu parque industrial, atraiu milhares de migrantes, vindos principalmente do Paraná, de Minas Gerais e da Bahia. Aqui chegando, acotovelaram-se na periferia da cidade, formando núcleos de submoradia e tornando-se, quando conseguiam uma atividade remunerada, mão-de-obra barata.

Incontáveis famílias desestruturam-se, diante da desilusão e das impossibilidades. Homens amargurados aderiram à bebida. Mulheres saíram do barraco e foram à luta, muitas delas tendo que, como única alternativa, para sustentar os filhos, vender o corpo. Inúmeras meninas cresceram na miséria ligada à promiscuidade. Sem preparação alguma para inserir-se no mercado de trabalho e, também, para responder aos vazios interiores, caíram, com facilidade, nas malhas da prostituição.

Não é assim que começa a história da prostituição em Jundiaí. Nossa cidade sempre teve mulheres que vagavam pelas ruas, pelas praças, carregando suas dores, sem que ninguém quisesse ouvir a sua história. Ofereciam-se, então, da sarjeta, como mercadoria, para sobreviver. Esse número, contudo, tornou-se muito maior, a partir da migração.

Uma outra situação acontece na cidade, somando-se às anteriores: a partir da década de 90, do século XX, multiplicaram-se as boates noturnas com garotas de programa que chegam na esperança de ganhar dinheiro suficiente para a estabilidade financeira e conquistar, na cidade de origem, uma moradia própria. Quando não oferecem mais lucro, deixando de ser novidade para os clientes, são colocadas na rua e sem direito algum. Com o fracasso como bagagem, a partir da decadência, inserem-se “trottoir”.

 QUEM FEZ OU FAZ PARTE DA CAMINHADA DA PASTORAL DA MULHER/ MAGDALA

Dom Gil Antônio Moreira

Arcebispo de Juiz de Fora

Dom Joaquim Justino Carreira

Bispo Auxiliar de São Paulo

Diretor espiritual de 1982 a 2005

Padre José Brombal

Presença desde 1991,

ainda como Diácono

Frei Jean Pierre Barruel

Presença na formação da Pastoral

na Diocese

IN MEMORIAN

Dom Roberto Pinarello de Almeida

Dom Amaury Castanho

 Pe. Eugênio Inverardi

Monsenhor Hamilton Bianchi

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